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FRASES ANTOLÓGICAS: "Nunca discuta com um idiota, ele te rebaixa ao nível dele e te vence pela experiência"; "Na dúvida,escolha o silêncio!Ele irrita,incomoda,chateia,não gasta sua energia e ainda por cima,preserva sua imagem";"O homen pode até perder dinheiro,só não pode é perder o carater"(Caby da Costa Lima); "A paz exige 4 condições essenciais: verdade, justiça, amor e
liberdade" (Papa João PauloII);"A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível";"Quem nao faz um pouco por sua terra, não fará nada pela terra de ninguém"(Dix Huit Rosado);"O pessimista queixa-se do vento. O otimista espera que ele mude. O realista ajusta as velas"(autor desconhecido);"O futebol de Mossoró é como fogo no munturo quando você pensa que acabou ele ressurge";"A verdade prevalecerá"(Eurico Miranda)"Sempre parece impossível até que seja feito"
(Nelson Mandela)
POTIBA- o maior clássico do interior do RN
Essa torcida sim...Da nossa terra do nosso coração!!!!
domingo, 23 de setembro de 2012
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Baraúnas é no gramado que tú es um vencedor!!!!!!!!
Em partida antológica o Baraúnas consegue o tão sonhado acesso a série C do campeonato brasileiro 2013
Jogando no estádio Leonardo Nogueira, o baraúnas conseguiu uma grande vitória sobre o Campinense-PB, apesar do sol forte. Logo no primeiro momento, o Campinense teve a posse da bola e até se jogou ao ataque, passando a impressão de que iria buscar a vitória a todo custo. Mas, o tricolor comandado pelo técnico Wassil Mendes não aceitou o jogo recuado e passou a jogar mais no campo do adversário. O primeiro gol surgiu numa jogada individual do atacante Alvim, que ganou a bola dos zagueiros e colocou no canto esquerdo do goleiro Pantera.A partir daí, o jogo ficou mais aberto e o Baraúnas passou a atacar com mais frequência, podendo ter marcado o segundo gol ainda no primeiro tempo.
Alvim voltou a fazer um salseiro com a zaga do Campinense e chutou forte com a bola balançando a rede pelo lado de fora. Poderia ter tocado para o lateral Rafinha que estava sozinho na grande área. Em seguida, o centro Gilmar teve a oportunidade de marcar, mas cabeceou errado. o lance seguinte, o volante Rafael Matos, do Baraúnas e o zagueiro Bem Hur, do Campinense, se envolveram em jogada ríspida e foram expulsos pelo árbitro catarinense Jefferson Schmidt.
Ainda no primeiro tempo, o banco do Campinense se envolveu em confusão com um dos gandulas do jogo e teve o jogador reserva Isaías expulso. Assim terminava o primeiro tempo. O jogador teria agredido o gandula.
Na etapa final, o Campinense esboçou reação. Teve a posse de bola até os 15 minutos, mas as jogadas de ataque paravam na boa defesa do Baraúnas. O lance mais perigoso para o Leão do Oeste ocorreu aos 23 minutos, quando o centroavante Warley sozinho tocou a bola para as redes, mas estava impedido. Depois, o tricolor mossoroense voltou a mandar no jogo e teve pelo menos quatro oportunidades de imprimir o contra-ataque, porém, as jogadas não foram bem sucedidas devido a ansiedade dos jogadores do meio-campo como Paulinho e Sorato.
A situação ficou ainda melhor para o Baraúnas com a contusão do meia Adriano Felício, o jogador mais lúcido do Campinense. A partir daí, o tricolor passou a criar chances de gols, até que Adalgiso Pitibul aprovou um lance de velocidade, venceu o zagueiro Breno, driblou o goleiro Pantera e tocou para as redes. Um golaço, que sacramentou a classificação tricolor.
Agora, o Baraúnas parte em busca do título da Série D 2012. Nas semifinais enfrenta o Sampo Correia (MA), que eliminou o Mixto de Cuibá. O primeiro jogo será realizado domingo que vem, 30, no Nogueirão. A partida de volta, em São Luís, deverá ser realizada no sábado, 6, véspera das eleições municipais, ou no domingo, 13.
A outra semifinal será disputada entre Mogi Mirim e CRAC
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FICHA TÉCNICA DAS EQUIPES E NÚMEROS DO JOGO:
BARAÚNAS X CAMPINENSE
CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE D
ESTÁDIO LEONARDO NOGUEIRA “O NOGUEIRÃO”
QUARTAS-DE-FINAL (SEGUNDA RODADA)
Baraúnas: Érico, Jonatha, Índio e Romeu; Rafinha, Rafael Matos, Sorato e Paulinho Mossoró; Gilmar (Jonhson) e Alvinho (Adalgiso Pitibul). Técnico: Wassil Mendes
Campinense: Pantera, Ferreira, Breno, Ben-Hur e Renatinho Carioca; Charles Wagner, Anderson Paulista, Fernandes e Adriano Felício; Warley e Potita (Ratinho). Tec: Freitas Nascimento.
Árbitro: Jefferson Schmidt (SC-CBF)
Assistentes: Rosnei Hoffmann Scherer e Helton Nunes (SC-CBF)
Quarto Árbitro: Ítalo Medeiros de Azevedo (RN-CBF)
Cartões amarelos: Anderson Paulista, Breno Celso (C), Erivelton (Goleiro reserva) Nininho e Paulinho Mossoró (B).
Cartões vermelhos: Benhur, Isaías (C), Rafael Wassil Mendes (B).
Gols: Alvinho (14/1º) e Adalgiso (43/2º)
Árbitro: Jefferson Schmidt (SC)
Renda: R$ 42.029,00
Público: 3.053
Local: Estádio Nogueirão (Mossoró)
SAUDAÇÕES LEONINAS,
Jaime Jr.
sábado, 22 de setembro de 2012
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Chegou o grande momento, Baraúnas-RN e Campinense-PB decidem hoje, dia 23/09/2012, uma vaga para disputar em 2013 a série C do brasileirão(pelo menos em campo de jogo)
O VERDADEIRO CAMPEONATO BRASILEIRO
terça-feira, 1 de maio de 2012
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Ao mestre Chico Anysio
Homenagem ao mestre Chico Anísio, com carinho!
Chico Anysio morreu. Gênio do humorismo brasileiro, artista raríssimo. Deu sorte, ou melhor, todos demos a sorte de ter grande parte da sua obra gravada em imagem e som e ao alcance do que chamamos de grande público. Talvez seja possível encontrar alguns de seus primeiros programas no acervo da Rádio Mayrink Veiga, em fase maravilhosa. Tomara. Não pode ser esquecido. Carreira que documentou o Brasil em muito da sua multiplicidade, a de Chico Anysio teve ainda a vantagem de fazer os brasileiros gostarem de ser e se aceitarem brasileiros.
Como todo gênio naquilo em que se destacou, não podia ser igual nas demais coisas que fez na vida. Ninguém pode. Pelé só foi Pelé jogando bola; como compositor e cantor foi lamentável. Einstein só foi Einstein na Física; tocando violino era uma desgraça. Charles Chaplin não conseguiu ser no cinema falado o gênio que foi no cinema mudo. Chico Anysio, para não fugir à regra, foi um péssimo comentarista esportivo. Vai por aí essa coisa de ser gênio.
Aliás, falando deles, teve o poeta português Fernando Pessoa, considerado um dos maiores, senão o maior do século XX. A obra de Fernando Pessoa é dele, Fernando Pessoa ele mesmo, e de seus heterônimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Faz lembrar Chico Anysio e suas mais de duzentas personagens. Não é muito prudente dizer que foram heterônimos, mas vamos aceitar que fossem, portanto, personalidades representadas que acabavam por pensar e sentir por si mesmas. Talvez assim possamos entender algo de incomum nas suas preferências e decisões.
Chico Anysio contava que era vascaíno até o início de 1953, quando, assim que o Vasco conquistou o campeonato carioca de 1952, um dirigente demitiu Gentil Cardoso, que fora o técnico daquela conquista. Indignado, resolveu mudar de time e virou flamenguista até o dia em que, sem dar as razões, passou a torcer pelo América. Porém, com o declínio do clube, que caiu no conto do vigário da imprensa em 1987 e não disputou o módulo amarelo do campeonato brasileiro da primeiro divisão, procurou a imprensa para que publicasse a sua decisão de voltar a torcer pelo Vasco. E torceu pelo Vasco até morrer.
Por isso, é pena que a história do Chico Anysio torcedor não possa ser afastada da dúvida, não a respeito do clube pelo qual torcia, ou dos clubes dos quais se fez torcedor, mas da dúvida a respeito de qual personagem torcia pelo Vasco. Teria sido Chico Anysio ele mesmo? Ou algum dos seus heterônimos, isto é, personagens? Os outros dois clubes também têm direito a essa dúvida.
Mas seja lá quem dele, Chico Anysio, tenha sido o torcedor do Vasco, o que importa é agradecer-lhe a obra de humorista e de ator, grande ator em sentido amplo.
Postado por baraunasfutmesa às 19:49 Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar no Orkut
segunda-feira, 30 de abril de 2012
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Ivan Ribeiro- Arte na confecção de botões
Todo botonista tem é claro o seu time do coração, na mesa e fora dela, prefere jogar de ficha ou régua, se adapta melhor finalizando de 11 ou de 13 graus, acredita que o melhor material para a sua equipe ser produzida é o paladom ou o acrílico, enfim.
As escolhas também passam pelo artesão que irá ter a responsabilidade de fabricar o seu time, e aí as preferências não são menos caprichosas e plenamente "justificadas". Manoel, Ivan, Piruka, Salatiel, Gerson e outros, hoje produzem botões de qualidade que jogam em inúmeras mesas do Rio Grande do Sul e demais lugares.
Admirado por muitos, endeusado por alguns, Ivan Ribeiro, hoje em Rio Grande, é sem dúvida um dos grandes nomes quando o assunto é fabricar botões. E para que os internautas pudessem conhecer um pouco de sua história e de seu trabalho, o seu companheiro de clube na Riograndina, enviou ao Gothe Gol dados e informações que publicamos aqui. O agradecimento do Editor a Silvio Silveira pela colaboração e pela imagem desta postagem que tem Ivan Ribeiro, Campeão por Equipes Gaúcho em 2006 pela Riograndina (é o segundo a partir da esquerda na foto).
Ivan Lopes Ribeiro nasceu em Rio Grande em 14/06/1955 (data de nascimento de Ernesto Che Guevara, para muitos um assassino, para outros um idealista) filho do mecânico Sr. Irineu de Oliveira Ribeiro e Sra. Idema Lopes Ribeiro.
Foi o primeiro artesão a confeccionar botões embutidos no RS na Regra Baiana, primeiro artesão a utilizar acrílico madrepérola no RS na Regra Baiana e primeiro artesão a confeccionar goleiros de madrepérola nesta regra. Confecciona botões para 6 regras em todo Brasil. São 2.500 TIMES vendidos na regra baiana em 20 anos de profissão.
Hoje possui em seu estúdio, vistoria técnica em todos os botões, sendo que aqueles com defeito são destruídos, são verificados graus, design, altura, etc...
Confecciona paladom a 18 anos. Primeiro artesão no Brasil a criar o paladom perolizado. Silvio lembra ainda, da polêmica causada quando Ivan retirou o furo dos botões do centro, buscando a perfeição dos escudos, e que hoje praticamente todos copiam e também aceitam.
Vendeu 2 times para os Estados Unidos e 4 para o Japão, tendo como prova a correspondência de retorno. Possue campeões Brasileiros em 4 das seis regras em que fabrica botões. (Baiana, Dadinho, 3 toques, 12 toques), sem falar em outras competições como Estaduais, Taça, veterano, etc...
" Por isso acredito sinceramente que onde tem Futmesa no Brasil, fala-se em Ivan Ribeiro ", encerra dizendo o entusiasmado companheiro de clube, Silvio Silveira.
domingo, 25 de março de 2012
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Homenagem ao mestre Chico Anísio, com carinho!
Chico Anysio morreu. Gênio do humorismo brasileiro, artista raríssimo. Deu sorte, ou melhor, todos demos a sorte de ter grande parte da sua obra gravada em imagem e som e ao alcance do que chamamos de grande público. Talvez seja possível encontrar alguns de seus primeiros programas no acervo da Rádio Mayrink Veiga, em fase maravilhosa. Tomara. Não pode ser esquecido. Carreira que documentou o Brasil em muito da sua multiplicidade, a de Chico Anysio teve ainda a vantagem de fazer os brasileiros gostarem de ser e se aceitarem brasileiros.
Como todo gênio naquilo em que se destacou, não podia ser igual nas demais coisas que fez na vida. Ninguém pode. Pelé só foi Pelé jogando bola; como compositor e cantor foi lamentável. Einstein só foi Einstein na Física; tocando violino era uma desgraça. Charles Chaplin não conseguiu ser no cinema falado o gênio que foi no cinema mudo. Chico Anysio, para não fugir à regra, foi um péssimo comentarista esportivo. Vai por aí essa coisa de ser gênio.
Aliás, falando deles, teve o poeta português Fernando Pessoa, considerado um dos maiores, senão o maior do século XX. A obra de Fernando Pessoa é dele, Fernando Pessoa ele mesmo, e de seus heterônimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Faz lembrar Chico Anysio e suas mais de duzentas personagens. Não é muito prudente dizer que foram heterônimos, mas vamos aceitar que fossem, portanto, personalidades representadas que acabavam por pensar e sentir por si mesmas. Talvez assim possamos entender algo de incomum nas suas preferências e decisões.
Chico Anysio contava que era vascaíno até o início de 1953, quando, assim que o Vasco conquistou o campeonato carioca de 1952, um dirigente demitiu Gentil Cardoso, que fora o técnico daquela conquista. Indignado, resolveu mudar de time e virou flamenguista até o dia em que, sem dar as razões, passou a torcer pelo América. Porém, com o declínio do clube, que caiu no conto do vigário da imprensa em 1987 e não disputou o módulo amarelo do campeonato brasileiro da primeiro divisão, procurou a imprensa para que publicasse a sua decisão de voltar a torcer pelo Vasco. E torceu pelo Vasco até morrer.
Por isso, é pena que a história do Chico Anysio torcedor não possa ser afastada da dúvida, não a respeito do clube pelo qual torcia, ou dos clubes dos quais se fez torcedor, mas da dúvida a respeito de qual personagem torcia pelo Vasco. Teria sido Chico Anysio ele mesmo? Ou algum dos seus heterônimos, isto é, personagens? Os outros dois clubes também têm direito a essa dúvida.
Mas seja lá quem dele, Chico Anysio, tenha sido o torcedor do Vasco, o que importa é agradecer-lhe a obra de humorista e de ator, grande ator em sentido amplo.
Como todo gênio naquilo em que se destacou, não podia ser igual nas demais coisas que fez na vida. Ninguém pode. Pelé só foi Pelé jogando bola; como compositor e cantor foi lamentável. Einstein só foi Einstein na Física; tocando violino era uma desgraça. Charles Chaplin não conseguiu ser no cinema falado o gênio que foi no cinema mudo. Chico Anysio, para não fugir à regra, foi um péssimo comentarista esportivo. Vai por aí essa coisa de ser gênio.
Aliás, falando deles, teve o poeta português Fernando Pessoa, considerado um dos maiores, senão o maior do século XX. A obra de Fernando Pessoa é dele, Fernando Pessoa ele mesmo, e de seus heterônimos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Faz lembrar Chico Anysio e suas mais de duzentas personagens. Não é muito prudente dizer que foram heterônimos, mas vamos aceitar que fossem, portanto, personalidades representadas que acabavam por pensar e sentir por si mesmas. Talvez assim possamos entender algo de incomum nas suas preferências e decisões.
Chico Anysio contava que era vascaíno até o início de 1953, quando, assim que o Vasco conquistou o campeonato carioca de 1952, um dirigente demitiu Gentil Cardoso, que fora o técnico daquela conquista. Indignado, resolveu mudar de time e virou flamenguista até o dia em que, sem dar as razões, passou a torcer pelo América. Porém, com o declínio do clube, que caiu no conto do vigário da imprensa em 1987 e não disputou o módulo amarelo do campeonato brasileiro da primeiro divisão, procurou a imprensa para que publicasse a sua decisão de voltar a torcer pelo Vasco. E torceu pelo Vasco até morrer.
Por isso, é pena que a história do Chico Anysio torcedor não possa ser afastada da dúvida, não a respeito do clube pelo qual torcia, ou dos clubes dos quais se fez torcedor, mas da dúvida a respeito de qual personagem torcia pelo Vasco. Teria sido Chico Anysio ele mesmo? Ou algum dos seus heterônimos, isto é, personagens? Os outros dois clubes também têm direito a essa dúvida.
Mas seja lá quem dele, Chico Anysio, tenha sido o torcedor do Vasco, o que importa é agradecer-lhe a obra de humorista e de ator, grande ator em sentido amplo.
segunda-feira, 12 de março de 2012
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Eles Querem Vender o Vasco!
Eles Querem Vender o Vasco!
Não desistem.
Querem vender o Vasco!
A minha maior preocupação sempre foi evitar que o Vasco seja vendido.
Tenho feito várias denúncias e impedido que alterem o estatuto do Vasco neste sentido de possibilitar a venda do clube ou de parte dele.
Várias já foram as tentativas de golpe contra o Estatuto Social. A própria desfiguração com camisas das mais diversas cores, roubando a nossa identidade mundo afora, já mostra o que querem, de fato.
Apresentar esse senhor aos jogadores de futebol não pode ter outro significado se não o de dizer que ele tem a condição de negociá-los.
A contratação deste senhor pelo Vasco nada mais é do que a efetivação em cargo remunerado de um testa de ferro a serviço de um grupo ainda não conhecido para iniciar o processo de venda de parte do Vasco.
Que, agora, já está iniciado.
Eurico Miranda
fonte: site casaca
Não desistem.
Querem vender o Vasco!
A minha maior preocupação sempre foi evitar que o Vasco seja vendido.
Tenho feito várias denúncias e impedido que alterem o estatuto do Vasco neste sentido de possibilitar a venda do clube ou de parte dele.
Várias já foram as tentativas de golpe contra o Estatuto Social. A própria desfiguração com camisas das mais diversas cores, roubando a nossa identidade mundo afora, já mostra o que querem, de fato.
Apresentar esse senhor aos jogadores de futebol não pode ter outro significado se não o de dizer que ele tem a condição de negociá-los.
A contratação deste senhor pelo Vasco nada mais é do que a efetivação em cargo remunerado de um testa de ferro a serviço de um grupo ainda não conhecido para iniciar o processo de venda de parte do Vasco.
Que, agora, já está iniciado.
Eurico Miranda
fonte: site casaca
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