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FRASES ANTOLÓGICAS: "Nunca discuta com um idiota, ele te rebaixa ao nível dele e te vence pela experiência"; "Na dúvida,escolha o silêncio!Ele irrita,incomoda,chateia,não gasta sua energia e ainda por cima,preserva sua imagem";"O homen pode até perder dinheiro,só não pode é perder o carater"(Caby da Costa Lima); "A paz exige 4 condições essenciais: verdade, justiça, amor e liberdade" (Papa João PauloII);"A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível";"Quem nao faz um pouco por sua terra, não fará nada pela terra de ninguém"(Dix Huit Rosado);"O pessimista queixa-se do vento. O otimista espera que ele mude. O realista ajusta as velas"(autor desconhecido);"O futebol de Mossoró é como fogo no munturo quando você pensa que acabou ele ressurge";"A verdade prevalecerá"(Eurico Miranda)"Sempre parece impossível até que seja feito" (Nelson Mandela)

POTIBA- o maior clássico do interior do RN

POTIBA- o maior clássico do interior do RN
Essa torcida sim...Da nossa terra do nosso coração!!!!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

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VIRADA DE MESA.:CBF já estuda Brasileiro com 24 times e fases finais em mata-mata para 2014

A iminente chuva de ações na Justiça comum de torcedores da Portuguesa contra o rebaixamento do time, decretado nos tribunais esportivos, já ligou o alerta da CBF. E existe um estudo para viabilizar o Brasileirão de 2014 com novo tamanho e formato. O presidente da CBF, José Maria Marin, conversou nos últimos dias com Marco Polo Del Nero, seu vice, sobre a possibilidade de a edição deste ano contar com 24 clubes, incluindo Lusa, Vasco, Ponte e Náutico, que caíram. Até a Globo já entrou na conversa e deu seu pitaco: a emissora que paga os direitos de transmissão do Brasileirão quer a volta da fórmula do mata-mata – os índices de audiência do campeonato desde a introdução dos pontos corridos, em 2003, despencam ano após ano. Em cima disso, a CBF cogita organizar um torneio com dois grupos de 12 times, cada. Eles se enfrentariam em turno e returno, apenas contra adversários de sua chave. Os quatro primeiros colocados de cada grupo passariam às quartas de final, quando começaria o mata-mata. Existe importante vantagem prática em um eventual Brasileirão desta maneira: ele só teria 28 datas, dez a menos do que o modelo de 2013. E o futebol nacional vive problema sério de calendário, principalmente pela realização da Copa do Mundo, que vai abocanhar quase dois meses do ano. Política – Por trás de uma eventual virada de mesa, também há um cunho político. Em abril, ocorre a eleição para a presidência da CBF e apenas os presidentes de clubes da Série A têm direito a voto. Com a inclusão de Lusa, Vasco, Ponte e Náutico, Marco Polo, candidato da situação, pode garantir mais quatro votos. Além dos times, têm direito a voto os presidentes das 27 federações de futebol do país. Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, será o candidato da oposição. Fonte: Blog do Jorge Nicola – IG
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PATROCÍNEO.: Dupla PotiBa renovão parceria com a prefeitura municipal de Mossoró para temporada 2014.

O prefeito de Mossoró reuniu representantes do Potiguar e Baraúnas e imprensa esportiva para anunciar o apoio de R$ 400 mil para os dois clubes. A solenidade aconteceu no Salão dos Grandes Atos do Palácio da Resistência nesta quinta-feira, 02. O patrocínio teve um aumento de mais de 30% em relação ao do ano anterior. “Não estamos fazendo nenhum favor. Entendemos a importância do futebol, dos clubes e do trabalho social que desenvolvem no município”, disse o prefeito, explicando que o pagamento será realizado em cinco parcelas, pagas a partir deste mês de janeiro. A diretoria do Baraúnas teve audiência nesta quinta-feira (2) com o prefeito em exercício Silveira Júnior, para debater sobre o patrocínio para a temporada 2014. O executivo garantiu patrocínio de 200 mil reais para o Leão do Oeste, como também para o Potiguar. O valor representa mais de 30% em relação ao apoio financeiro que o clube recebeu em 2013. O patrocínio será pago em cinco parcelas de 40 mil reais. “Não estamos fazendo nenhum favor. Entendemos a importância do futebol, dos clubes e do trabalho social que desenvolvem no município”, disse o prefeito. A diretoria do Baraúnas se mostrou satisfeita com a proposta apresentada pelo prefeito em exercício, que é diretor de assuntos políticos do Leão do Oeste, bem como é torcedor assíduo do Maior do Interior. “Sabemos das dificuldades financeiras da gestão municipal e agradecemos pela atenção e apoio dado aos times”, complementou a presidente do Baraúnas, Izabel Montenegro.. Mesmo sendo diretor do Tricolor, o prefeito agiu de forma imparcial, apoiando o Leão e o Potiguar com valores iguais de patrocínios. Penso que a Decisão poder executivo municipal, em destinar parte da verba pública alocada a publicidade para quem, de fato, divulga o nome da cidade, inclusive majorando os valores, foi salutar e acertada, haja vista que são gastos verdadeiras fortunas com comerciais de TV de forma inexplicável,SAUDAÇÕES LEÔNINAS.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

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BOAS FESTAS.: A todos um feliz Natal e um ano novo com paz,saúde e muitas felicidades!!!

"Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz!"Luzes felizes, coloridas a piscar, Com bolinhas reluzentes, transmitindo todo o amor. Fazem meus sonhos, mais felizes, Estou pulsante, como as asas de um anjo protetor. Que venha o Natal, singelo, sincero, E nos traga muita luz, amor. Mensagens belas e verdadeiras, Trazidas pela voz do Senhor. Querendo a felicidade, Todos cantam numa só voz. Dentro do coração guardamos o amor, Por este homem que nasceu e morreu por nós.O nosso caminho é feito Pelos nossos próprios passos... Mas a beleza da caminhada... Depende dos que vão conosco! Assim, neste NOVO ANO que se inicia Possamos caminhar mais e mais juntos... Em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ, SAÚDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR. O ano se finda e tão logo o outro se inicia... E neste ciclo do "ir" e "vir" O tempo passa... e como passa! Os anos se esvaem... E nem sempre estamos atentos ao que Realmente importa. Deixe a vida fluir E perceba entre tantas exigências do cotidiano... O que é indispensável para você! Ponha de lado o passado e até mesmo o presente! E crie uma nova vida... um novo dia... Um novo ano que ora se inicia! Crie um novo quadro para você! Crie, parte por parte... em sua mente... Até que tenha um quadro perfeito para o futuro... Que está logo além do presente. E assim dê início a uma nova jornada! Que o levará a uma nova vida, a um novo lar... E aos novos progressos na vida! Você logo verá esta realidade, e assim encontrará A maior Felicidade...e Recompensa... Que o ANO NOVO renova nossas esperanças, E que a estrela crística resplandeça em nossas vidas E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique A manifestação de um ANO NOVO repleto de vitórias! E que o resplendor dessa chama Seja como a tocha que ilumina nossos caminhos Para a construção de um futuro, repleto de alegrias! E assim tenhamos um mundo melhor! A todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal, Amigos(as) que já fazem parte da minha vida, Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVO Lhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.Saudações Leoninas e FELIZ ANO NOVO

sábado, 14 de dezembro de 2013

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RANKING NACIONAL DE CLUBES BRASILEIROS: Baraúnas é o clube do interior do Rio Grande Do Norte melhor posiçionado.

Na tarde de ontem, a confederação Brasileira de Futebol (CBF), divulgou o ranking nacional de clubes. O Grêmio-RS aparece na liderança com 15.286 pontos, seguido por Corinthians e Flamengo. Das equipes do Rio Grande do Norte, o melhor posicionado é o ABC, que está na 29° colocação com 4.876, pontos, 932 a mais que o América de Natal, que possui 3.944 e aparece na 36° colocação. Dos clubes do interior, o Baraúnas é o que está mais bem posicionado. Com 840 pontos, o Tricolor do Oeste é 76° colocado. O Santa Cruz-RN aparece na 102° colocação, com 499 pontos. O Potiguar, atual campeão do estado, é o 119°, com 407 pontos. O ASSU e o Potyguar-CN, dividem a 206°, já que possuem 100 pontos. ENTENDA O RANKING O novo critério usado pela CBF para elaborar o ranking de clubes considera apenas as últimas cinco temporadas disputadas. Ou seja, as competições nacionais que os clubes do RN disputaram até o ano de 2008 não somaram pontos. O ano de 2013 multiplica a pontuação por cinco, enquanto a do ano passado por quatro, e assim por diante. O Cruzeiro, campeão da Série A do Campeonato Brasileiro, recebeu 800 pontos, sendo o oitavo melhor do Brasil. O campeão da Série B 400 pontos, enquanto o da Série C e D, 200 e 100 pontos, respectivamente.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

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O NOVO VASCO DE ROBERTO SORRISÃO.

Você, torcedor vascaíno, acorda (dorme) de ressaca. A pior de todas. Aquela que lhe impuseram. O envenenamento desse tal “novo” Vasco atingiu a tantos em tão pouco tempo, que sua coca, fanta, guaraná ou água pareceu ter sido incrementada com alguma droga alucinógena. No momento em que se deu o golpe contra o Vasco, em junho de 2008, o clube estava, como sabemos, na nona colocação do Campeonato Brasileiro, após oito rodadas, já tendo atuado em um clássico diante do Botafogo no Engenhão, com 10 reservas, e ainda contra os 2º, 3º e 4º colocados do campeonato ao final daquele ano (Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras). Os salários estavam em dia (atletas e funcionários), havia certidões positivas com efeito de negativas, o clube tinha suas dívidas equacionadas (cumpria acordos), a base era 100% do Vasco (ou próximo disso), o clube possuía esportes olímpicos e pan-americanos, desde a base, com grande performance em vários deles, destacando-se o Remo, àquela altura 49 pontos à frente do vice Flamengo na disputa do Campeonato Estadual, sedes conservadas, mantendo a do Vasco-Barra, alugada, e utilizando ainda as dependências da localizada à Rodovia Washington Luiz, para as chamadas categorias inferiores. O Vasco era partícipe do grupo recebedor das maiores fatias quanto às cotas de TV (junto a Corínthians, Flamengo, Palmeiras e São Paulo), com poder de decisão no Clube dos 13, entidade na qual Eurico Miranda ocupava o cargo de vice-presidente, respeito institucional em quaisquer entidades dirigentes do desporto nacional e ainda com 10,5 milhões de reais a serem recebidos pela gestão MUV/Dinamite, em três parcelas, a primeira no mês inicial dela. Isso tudo considerando uma despesa anual na ordem de 50 milhões de reais, no máximo, e mantendo a tradição de jamais ter caído de divisão na sua história. Por falar em história, o Vasco era o único clube Pentacampeão Carioca Invicto (1924, 45, 47, 49, 92), o último Campeão Brasileiro no Rio de Janeiro, o último Campeão Sul-Americano no Rio de Janeiro (como ainda é), o clube carioca com a menor frequência (em rodadas) na zona do rebaixamento, comparando-se a Botafogo, Flamengo e Fluminense e isso com dívidas menores que seus três rivais diretos na cidade. Como, diante de uma situação como essa, você vascaíno, poderia vislumbrar o quadro atual do nosso clube? Para forçar a queda em 2008 o trabalho foi grande por parte da gestão MUV/Dinamite. Primeiro, houve a demissão de quase setenta funcionários, com menos de dois meses de gestão. Casos como o de um treinador que venceu a Copa do Brasil sub 17, diante do Santos de Neymar, dispensado no dia seguinte ao da conquista, gente que trabalhava na estrutura logística e que conhecia o clube e caminhos ainda não navegados pelos novos dirigentes. Além disso, houve a conclusão de que clássicos não caberiam em São Januário, mas apenas no Maracanã. O clube desperdiçou, com isso, a chance de atuar naquele ano contra Botafogo e Fluminense em nosso estádio. Em meio à competição, a negociação de dois atletas titulares e de um reserva imediato (artilheiro do time naquele certame), junto a duas mudanças de treinador e nove contratações realizadas, com atletas sem condições físicas ou técnicas de atuar, conforme se veria no restante da competição. A gestão MUV/Dinamite pegou o Vasco em nono lugar, chegou a sétimo, na décima rodada do certame, demorou mais nove para entrar na zona da degola e levou o clube ao primeiro rebaixamento de sua história, terminando o certame em 18º lugar, sofrendo a maior goleada nos confrontos frente ao modesto Vitória-BA (0 x 5), perdendo pela primeira vez na vida do Náutico e do Figueirense (no Rio de Janeiro), do lanterna Ipatinga, sendo goleado por Santos e São Paulo e deixando escapar a supremacia no confronto direto em Brasileiros que ostentava contra o principal rival rubro-negro, desde o início do século até aquele ano. Foram vexames e mais vexames e o epílogo inaceitável. O maior erro da grande maioria da coletividade vascaína foi não dar um basta ali, cobrar de quem foi responsável por essa queda repentina e impedir a continuação daquilo que se mostrava essencialmente danoso ao Vasco. Claro estava que esta não seria a postura da mídia convencional. Atrelada ao MUV envolveu os vascaínos com uma cantilena de reconstrução, tentando incutir a responsabilidade de um grupo numeroso de irresponsáveis e frustrados em quem não só impediria a catástrofe, como se ofereceu para isso há dez rodadas do fim, mesmo com o time, naquele momento, ocupando o último lugar na tabela. A consequência do discurso reverberado com entusiasmo por setores interessados na continuação da farra proporcionou à gestão MUV/Dinamite carta branca para pintar e bordar com o Vasco. Transformou-se a base vascaína no céu de empresários e fundos e a troca era das mais alvissareiras aos que adentravam no Vasco para investir no clube. Uma série de atletas medíocres foram trazidos entre um ou outro de nome, a maioria com contratos longos e a garantia de que o Vasco ou veria um pequeno percentual na venda ou seria obrigado a aturar as malas por três quatro anos, pagando-lhes os salários devidos, por mais que pouco produzissem em campo. Houve até a invenção de parceria com um clube da sexta divisão portuguesa para o qual atletas trazidos pelo Vasco embarcavam rumo a uma aventura que punha a marca Vasco ridicularizada na chamada “Liga dos Últimos”. Se contratações dessem errado e custassem aos cofres do clube milhões e milhões em rescisões, ou mais perdas na base, pouco importava. O maior lucro obtido pelo clube adveio da base deixada aos novos gestores e até hoje ainda rende frutos, como o caso recente da negociação do jovem Marlone. Mas falando em finanças, qual a armadilha arquitetada pela gestão MUV/Dinamite, reproduzida com prazer pela mídia e engolida por muitos vascaínos? Dívidas. Ora, se o Vasco se apresentava como o clube que devia menos e equacionara melhor seus débitos (vide certidões obtidas, vide acordo na Justiça do Trabalho em melhores condições que Fluminense e Botafogo, vide cumprimento de seus compromissos) e ainda mantinha em dia os salários, conservava o patrimônio (o maior entre os clubes do Rio), ponteava na maior receita entre os clubes (a de TV), o que fazer para induzir a massa ao raciocínio contrário? Mexer no balanço patrimonial do clube. Com anuência do contador do Vasco? Não. Qual a solução, então? Demiti-lo e impor ao Vasco a condição de maior devedor do futebol brasileiro, na canetada. O ano de 2009, até então o mais vergonhoso da história vascaína, foi traçado como o da reconstrução, do orgulho, do sentimento, da ilusão… como se vê hoje, a ponto de terem sido feitos vídeos comemorativos, documentários elaborados, livros escritos, tratando algo vexaminoso como monumental. As consequências para 2010 foi um pequeno “cair na real”. Após um estadual razoável, o Brasileiro da Série A, contando com atletas do clube oriundos da Série B e mais de dez contratações naquele ano, o Vasco chegou ao penúltimo lugar da competição até a parada para a Copa 2010. Começava a ficar cada vez mais difícil enganar o torcedor cruzmaltino e então, sem condição financeira alguma, o clube partiu para a contratação de mais seis, sete atletas para o restante da competição. A melhora se deu com a manutenção de um enredo conhecido pelos lados de São Januário, desde o segundo semestre de 2008: atraso de salários, calote, gastança interna, terceirizações, abandono do patrimônio, euricofobia, atrelamento a qualquer marca, por mil reis que fosse, e uma notória falta de representatividade institucional nas mais diversas entidades. O clube abriu 2011 no futebol com o pior início de Estadual de sua história. Resolução? Mais e mais contratações. Não interessa o valor, as condições, as consequências. O negócio era ganhar um título no futebol para obter a reeleição. Havia quase uma unanimidade entre os vascaínos, que acompanham minimamente os fatos, sobre a total incapacidade de Roberto Dinamite, já se sabia de antemão que o Vasco havia regredido, mas mesmo assim o rebaixamento nas cotas de TV, imposto pela Rede Globo, tendo como condutor o Flamengo e cães amestrados, risonhos e satisfeitos, a cúpula vascaína, não trouxe lá tanta indignação. A massificação midiática a respeito do tamanho do clube e a total falta de ação contrária a isso por parte de seus supostos representantes levou o torcedor cruzmaltino comum a se sentir realmente menor que um ou outro adversário queridinho da mídia. Não era raro encontrar alguns, com indumentária e tudo, repetindo o discurso global, como se escravo de tal discurso – que não prevaleceu por mais de 20 anos quando o Vasco ditou seu lugar entre os clubes brasileiros, independentemente da vontade de seus adversários – fosse. Veio o título da Copa do Brasil, as eleições viciadas desde a origem, sem a participação da oposição, exatamente por este motivo, um título brasileiro perdido nos bastidores, uma Libertadores disputada com poucas expectativas de título, algo imposto ao torcedor por alguns atletas, dirigentes remunerados e gente que fingia estar o Vasco se planejando para chegar à principal competição das Américas ano a ano, quando de fato era flagrante o início de uma derrocada, por mais obscurecida que fosse nos discursos engendrados. O ano de 2012 demonstra com clareza como ia o Vasco, para onde iria o Vasco. Após o mês de dezembro do ano anterior fechar com um calote autorizado via Conselho Deliberativo, com relação a dívidas do clube, que na visão situacionista e ancilar não deveriam ser honradas, em janeiro já se sabia que os salários do clube haviam se mantido atrasados mesmo durante a conquista da Copa do Brasil. Explicitou-se ainda naquele início de ano que a base vascaína vivia em estado precaríssimo, chegando ao ponto de num centro de treinamento do clube morrer um jovem, sem que houvesse atendimento médico no local. Como no meio do ano de 2011, também em junho de 2012, o clube recebeu 30 milhões de reais antecipados, a partir, no último caso, da assinatura de um termo aditivo ao contrato de TV com a Globo – aumentando mais ainda a distância do clube para Corínthians e Flamengo – até 2018. Além disso, quatro atletas foram negociados, cabendo os mais variados percentuais ao Vasco nas transações de Allan, Fágner, Rômulo e Diego Souza (parte). Os salários como um todo, entretanto, jamais foram postos em dia, junto aos direitos de imagem dos atletas, faltou água em São Januário e no segundo turno do Brasileirão de 2012, o clube fez, quase até o final, campanha de rebaixado, tendo sido salvo de uma situação pior pelos pontos acumulados até o desmanche do time. O dinheiro de tais vendas teria servido, segundo gente da própria direção, para satisfazer aos voluntariosos empresários, parceiros e fundos, que só fizeram ganhar dinheiro com o Vasco através dos anos. No final da temporada, debandada geral, com uma série de atletas indo à Justiça para obter sua rescisão com o clube e respirar novos ares, enquanto rebotalhos de outras agremiações viriam para o Vasco, por não servirem a Cruzeiros, Atléticos, Vitórias, Figueirenses, etc… O ano de 2013 começou com o Parque Aquático coberto por tapumes, um amontoado de atletas medíocres no elenco, um gerente de futebol vivendo próximo ao mundo da lua, dispensando um símbolo do clube, Felipe, convidando Pedrinho, após o dia de sua despedida no futebol para ficar e apostando no fraquíssimo elenco montado como digno de boas surpresas. Mas surpresa mesmo foi a apresentada por Roberto Dinamite no início da temporada. O Vasco havia contratado um “regra três” para substituir Dinamite em sua função: O gremista Cristiano Koehler. Este chegou a ser posto ao lado de outros presidentes de clube (e aceitou fazer este papel) e passou a falar em responsabilidade administrativa, equacionamento de dívidas, mas sem garantir salários em dia. Só garantia mesmo que Dedé ficaria até o meio do ano. Não ficou. Dali por diante, no Vasco, enquanto o time caía pelas tabelas no estadual, só se falava em certidões. Se o clube obtivesse as certidões estaria tudo resolvido. Houve a parada no meio do ano para a Copa das Confederações. O Vasco nem bem treinou, nem bem jogou, pouco contratou e voltaria para o Brasileiro sem um goleiro confiável, algo que já não possuía desde o início de 2013. Resultado disso? Tomou de cinco do Internacional-RS e foi para a zona de rebaixamento, mudou o técnico e caíram por terra os discursos de responsabilidade disso ou daquilo. Como nada foi devidamente planejado, veio um pacote inteiro com atletas de grandes expectativas, sem que se vissem (como em 2008), o estado físico deles, ou a adaptação ao futebol daqui. Mas a presença no elenco de Fágner, Guiñazu, Juninho Pernambucano, Montoya e Reginaldo empolgaram Roberto Dinamite, a ponto de o presidente titular declarar que o Vasco era, a partir dali, candidato ao título. Os últimos meses estão ainda vivos na memória de todos, ou praticamente todos. As certidões chegaram, mais um patrocínio político foi conseguido – depois de o Vasco obter verba pública por conta do contrato selado com a Eletrobrás e jamais cumprido, desde o fiscal, que nada fiscalizou na prática, até o pedido do próprio fiscal, que lhe pagasse a parte devida para que fizesse aquilo que não fez – o clube fechou com a Nissan, que chegou a afirmar através de um gênio do seu marketing ser melhor para ela a queda do Vasco, que a manutenção do clube na primeira divisão, por razões de exposição de marca (a marca dela), um goleiro não foi trazido, Francismar, meia, que veio como última contratação em outubro não recebeu e virou carta fora do baralho, os salários permanecem atrasados, o clube ofereceu antes da última rodada da competição um bicho muito maior ao que se negou a dar em momentos nos quais uma vitória vascaína o tiraria do sufoco atual e o final de tudo isso se deu hoje – em mais um show de incompetência, frouxidão, resignação por parte da direção e de paupérrimo futebol por parte do time – com o segundo rebaixamento da gestão MUV/Dinamite em cinco anos. Se neste período comprovou-se por parte da gestão, de seu séquito e de seu grupo de esteio, ancilar ou momentaneamente parceiro, uma total incapacidade de fazer, de enxergar, de se responsabilizar ou mesmo de se reciclar diante de tudo o que foi feito contra o Vasco, para a oposição do clube, proporcionou uma depuração como nunca antes houvera. Sabe-se hoje, perfeitamente, quem esteve junto do poder, anteriormente ao golpe, sem qualquer convicção quanto a concepções e ideologias. Se Eurico Miranda se viu cercado por um grupo que o ajudou a construir o Vasco por mais de 20 anos, encontrou, para além disso, um novo grupo, renovado e disposto a mais, MUITO MAIS. Grupo este também depurado, após ser tido como morto pelos “experts” em política no clube. Com ou sem Dinamite, teremos eleições no início do segundo semestre, rechaçaremos golpes via reforma estatutária, defenderemos o direito de voto dos novos associados do clube (mais de 3.000) e continuaremos nossa luta para não só informar como alertar os vascaínos quanto às tramoias arquitetadas pela Turma do Ódio, nos porões imundos de suas mentes poluídasPor fim, a certeza de que com a junção de experiência, juventude, aliado a trabalho, coragem, inteligência, sagacidade e bom senso, 2014 será o ano da retomada do Vasco aos trilhos, como locomotiva que é. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Equipe Casaca

domingo, 8 de dezembro de 2013

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MENSAGEM A ROBERTO SORRISÃO

Por Gisela Mello Depois de mais uma vergonha do atual presidente do Vasco enviei essa mensagem ao Sr. Roberto Dinamite, mesmo sabendo nunca chegará a ser lida por ele e que provavelmente me mandarão uma mensagem singela com o “jargão o sentimento não pode parar” e coisas do gênero. Mas depois de mais uma vergonha, já esperada, não podia deixar de dar os parabéns por ter finalmente conseguido acabar com o Clube de Regatas Vasco da Gama. Tudo o que a rede Globo sempre tentou, em 4 anos você conseguiu com todo o louvor…Jogou o Clube na lama. O Sr. durante todo o mandato do Presidente Eurico Miranda, fez de tudo para chegar a presidência, atrapalhando o time em momentos decisivos e para quê? Para acabar com o Clube? Era esse o objetivo? Parabéns, conseguiu! Este segundo rebaixamento do Vasco, de forma melancólica, desastrosa e vergonhosa, marcou de forma brilhante esses 4 anos em que o Sr. trabalhou tanto para desconstruir tudo o que o Vasco representa. Não teve nem a decência de retirar o time de campo diante da situação no estádio, contrariando todo o seu pomposo e vazio discurso sobre a questão de vidas e que o rebaixamento estaria em segundo plano. Encarasse a suposta “punição”; não seria rebaixado mesmo? O interessante, é que durante a confusão o Sr. Presidente foi o último a aparecer. Estava escondido??? Por que?? Sou vascaína e toda minha família também o é. Sentimento pelo Vasco nós temos. O Sr. também, só que o seu é de acabar com o Vasco. Desde que assumiu nós deixamos de frequentar os jogos, deixamos de ser sócios, porque sabíamos que tudo isso iria acontecer. Era questão de tempo. E de prática da sua parte. Mas, o que se podia esperar. Aos que questionam o seu conhecimento de administração, está aí a resposta. O Clube cheio de dívidas, rebaixado pela segunda vez em quatro anos, penhora de São Januário. Se houvesse 1 pingo de vergonha e dignidade, entregaria o cargo. Entretanto, sabemos que não será assim. Irá concorrer a nova eleição com a esperança renovada de continuar a acabar com o Vasco. Com a maior cara de pau do universo. A mesma de ser o segundo deputado mais faltoso da Assembléia. Não votamos no Sr. Nem nas eleições para presidente do Vasco tampouco para deputado. Porque sabíamos que a situação chegaria nisso. VERGONHA. E o pior é que mesmo o Sr. não sendo mais presidente, deixará o Clube na lama para o próximo a assumir. Será o seu legado. Enquanto isso, a seleção brasileira vai bem? Porque não afunda com ela também, já que é acompanhante da mesma? Mas, adivinhe. O Clube de Regatas Vasco da Gama é muito maior que o Sr. e apesar de todos os seus reforços em destruí-lo, ele sobreviverá e o Sr. será para sempre lembrado pela vergonha. Dos verdadeiros vascaínos, envergonhados mais uma vez. Hoje só nos resta lamentar, pela escolha de 4 anos atrás!! .